Começo da industrialização
Foi somente no final do século XIX que
começou o desenvolvimento industrial no Brasil. Muitos cafeicultores
passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café,
no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de
Janeiro. Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de
fabricação mais simples. A mão-de-obra usadas nestas fábricas eram, na
maioria, formada por imigrantes italianos.
Era Vargas e desenvolvimento industrial
Foi durante o primeiro governo de
Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um grande
impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização
do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o
Brasil cair na dependência externa. Com leis voltadas para a
regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e
investimentos em infra-estrutura, a indústria nacional cresceu
significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este desenvolvimento
continuou restrito aos grandes centros urbanos da região sudeste,
provocando uma grande disparidade regional.
Durante este período, a indústria também
se beneficiou com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os
países europeus, estavam com suas indústrias arrasadas, necessitando
importar produtos industrializados de outros países, entre eles o
Brasil.
Com a criação da Petrobrás (1953),
ocorreu um grande desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de
gêneros derivados do petróleo (borracha sintética, tintas, plásticos,
fertilizantes, etc).
Período JK
Durante o governo de Juscelino
Kubitschek (1956 -1960) o desenvolvimento industrial brasileiro ganhou
novos rumos e feições. JK abriu a economia para o capital internacional,
atraindo indústrias multinacionais. Foi durante este período que
ocorreu a instalação de montadoras de veículos internacionais (Ford,
General Motors, Volkswagen e Willys) em território brasileiro.
Últimas décadas do século XX
Nas décadas 70, 80 e 90, a
industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns
momentos de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil
possui uma boa base industrial, produzindo diversos produtos como, por
exemplo, automóveis, máquinas, roupas, aviões, equipamentos, produtos
alimentícios industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a
indústria nacional ainda é dependente, em alguns setores, (informática,
por exemplo) de tecnologia externa.
Dados atuais
- Infelizmente a indústria do Brasil não
vai bem na atualidade. De acordo com dados divulgados pelo IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em fevereiro de 2015,
a produção industrial brasileira apresentou queda de 3,2% em 2014 (pior
resultado desde 2009).
Começo da industrialização
Foi somente no final do século XIX que começou o desenvolvimento industrial no Brasil. Muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de fabricação mais simples. A mão-de-obra usadas nestas fábricas eram, na maioria, formada por imigrantes italianos.
Era Vargas e desenvolvimento industrial
Foi durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um grande impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o Brasil cair na dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e investimentos em infra-estrutura, a indústria nacional cresceu significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este desenvolvimento continuou restrito aos grandes centros urbanos da região sudeste, provocando uma grande disparidade regional.
Durante este período, a indústria também se beneficiou com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os países europeus, estavam com suas indústrias arrasadas, necessitando importar produtos industrializados de outros países, entre eles o Brasil.
Com a criação da Petrobrás (1953), ocorreu um grande desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do petróleo (borracha sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc).
Período JK
Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956 -1960) o desenvolvimento industrial brasileiro ganhou novos rumos e feições. JK abriu a economia para o capital internacional, atraindo indústrias multinacionais. Foi durante este período que ocorreu a instalação de montadoras de veículos internacionais (Ford, General Motors, Volkswagen e Willys) em território brasileiro.
Últimas décadas do século XX
Nas décadas 70, 80 e 90, a industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns momentos de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil possui uma boa base industrial, produzindo diversos produtos como, por exemplo, automóveis, máquinas, roupas, aviões, equipamentos, produtos alimentícios industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a indústria nacional ainda é dependente, em alguns setores, (informática, por exemplo) de tecnologia externa.
Dados atuais
- Infelizmente a indústria do Brasil não vai bem na atualidade. De acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em fevereiro de 2015, a produção industrial brasileira apresentou queda de 3,2% em 2014 (pior resultado desde 2009).
Foi somente no final do século XIX que começou o desenvolvimento industrial no Brasil. Muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de fabricação mais simples. A mão-de-obra usadas nestas fábricas eram, na maioria, formada por imigrantes italianos.
Era Vargas e desenvolvimento industrial
Foi durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um grande impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o Brasil cair na dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e investimentos em infra-estrutura, a indústria nacional cresceu significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este desenvolvimento continuou restrito aos grandes centros urbanos da região sudeste, provocando uma grande disparidade regional.
Durante este período, a indústria também se beneficiou com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os países europeus, estavam com suas indústrias arrasadas, necessitando importar produtos industrializados de outros países, entre eles o Brasil.
Com a criação da Petrobrás (1953), ocorreu um grande desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do petróleo (borracha sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc).
Período JK
Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956 -1960) o desenvolvimento industrial brasileiro ganhou novos rumos e feições. JK abriu a economia para o capital internacional, atraindo indústrias multinacionais. Foi durante este período que ocorreu a instalação de montadoras de veículos internacionais (Ford, General Motors, Volkswagen e Willys) em território brasileiro.
Últimas décadas do século XX
Nas décadas 70, 80 e 90, a industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns momentos de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil possui uma boa base industrial, produzindo diversos produtos como, por exemplo, automóveis, máquinas, roupas, aviões, equipamentos, produtos alimentícios industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a indústria nacional ainda é dependente, em alguns setores, (informática, por exemplo) de tecnologia externa.
Dados atuais
- Infelizmente a indústria do Brasil não vai bem na atualidade. De acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em fevereiro de 2015, a produção industrial brasileira apresentou queda de 3,2% em 2014 (pior resultado desde 2009).
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